“Talanoa mada”: Jovens acelerando a ação climática

| Por Lisa Anzelini, Eva Jovanovska e Maria Luisa Mazzoni, da Agência Jovem de Notícias internacional | Traduzido por Fernanda Favaro |

Lagi Sedu, um jovem delegado das ilhas Fiji, deu as boas-vindas a todos nós na 13ª Conferência da Juventude que se realizou em Bonn de 2 a 4 de novembro, com um caloroso “Talanoa mada”. Para Lagi e seu povo, Talanoa faz parte da vida quotidiana de Fiji. Significa criar um ambiente harmônico para todos. Ele reúne as pessoas, e permite que elas expressem seus pensamentos e opiniões. Talanoa mada é o “mote” escolhido pelas ilhas Fiji para presidir a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, que será realizada em Bonn após a COY13.

Desde o início da conferência tivemos a chance de ver quantos jovens estão interessados ​​nas mudanças climáticas e no futuro do nosso planeta. Havia ali mais de 1.300 estudantes provenientes de 114 países. Todos compartilham o mesmo objetivo: “Mudança climática agora!”, três palavras significativas que todo mundo gritou bem alto durante a cerimônia de abertura. Outras dez conferências foram organizadas em todo o mundo simultaneamente à COY. Isso permitirá que aqueles que não conseguiram chegar à Alemanha se encontrem, compartilhem opiniões e possíveis soluções.

Durante a COY, os jovens podem “entrar no jogo” e trabalhar em conjunto com especialistas e pessoas interessadas em questões ambientais. A parte essencial, como bem lembrou Lagi, é o encontro de jovens vindos de diferentes contextos culturais que vieram aqui para compartilhar seus pontos de vista e suas experiências. Na verdade, “as pessoas aqui podem expressar suas preocupações livremente, sem apontar dedos, e podem aproveitar o tempo para oferecer soluções práticas às mudanças climáticas”.

Entre os ativistas, conhecemos Kamala Dickson, da Tanzânia. Ele viajou para Bonn para oferecer sua contribuição e sua visão ao maior número possível de pessoas porque “as mudanças climáticas são mais prejudiciais na África, onde os países não têm muitos meios financeiros para intervir”.

Li Phuong, ao contrário, não precisou voar de longe para chegar aqui. Ela é alemã, mas está motivada e interessada em mudanças climáticas como todos nós. Quando seus amigos lhe contaram sobre a conferência, ela imediatamente ofereceu sua ajuda como voluntária na escola secundária de IGS Bonn-Beuel, que está hospedando o evento.

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