Infância: o óculos da vida

É preciso entender o que são essas lentes, porque talvez os medos, a repressão de determinados desejos, frustrações, ou até mesmo os discursos de ódio, não diz do outro, mas de uma lente que criamos para enxergar o diferente, o estranho e o mundo. Por Reynaldo de Azevedo Gosmão – Na semana em que é […]Ler mais

A vida e seus sentidos

O vírus da necessidade de categorizar tudo está impregnado em nossas relações sociais e empobrecendo o sentir. Por Reynaldo de Azevedo Gosmão – O que será isso? De onde veio? Para onde vai? A busca pelo sentido das coisas é uma marca estruturante para a nossa sociedade e subjetividade. A qualquer lugar que vamos, seja […]Ler mais

Psicanálise e Saúde Mental na Pandemia

Nossas relações se estabelecem entre um Eu - Outro, mas tem um perigo aí, principalmente quando pactuamos e fazemos um conluio ou uma trama ilusória, e não vemos os limites nossos frente a esse outro (cultura, família, trabalho, relacionamentos). Onde está você nesse emaranhado?Ler mais

Existirmos a que será que se destina?

Para minimizar os riscos de dar existência a nossa singularidade muitos indivíduos criam disfarces que fazem com que eles se afastem de si mesmos, o famoso ctrl+c e ctrl+v, mas isso é sobreviver, e não existir! Por Reynaldo de Azevedo Gosmão – Cajuína é música-poema de Caetano Veloso, que nos alça a uma grande questão: […]Ler mais

Em psicanálise perde-se a esperança?

Quando o sujeito se supõe como incompleto e não “terceiriza” suas queixas, pode se perde a ilusão da ESPERA NA ESPERANÇA, aquilo que aparece nas fantasias como um momento ideal, a hora ideal, dia ideal a pessoal ideal, que fará com um simples toque de mágica as transformações da vida melhor. Por Reynaldo de Azevedo […]Ler mais

Deixa-me queixar estou com preguiça de viver

Em uma sociedade queixosa, temos por hábito terceirizar a nossa culpa, falta de amor, traições, inimizades, o estranho (heimlich)… Em um processo psicanalítico, tende-se a subverter esse jogo, ao passo que, o que se torna visível na repetição da nossa queixa demonstra uma marca subjetiva do sujeito, que podemos chamar de fantasia. Por Reynaldo de […]Ler mais

O amor e o caos

Por que buscamos garantias para amar? Em um encontro como um café da tarde, uma reunião com colegas, existe algo de previsível? Então, porque aceitamos ter certas inseguranças na vida e outras não? Por Reynaldo de Azevedo Gosmão – “É estranho eu amar essa pessoa?”, “Por que você me ama?”, “Que diferente aquele casal!”, “O […]Ler mais