Deixa-me queixar estou com preguiça de viver

Em uma sociedade queixosa, temos por hábito terceirizar a nossa culpa, falta de amor, traições, inimizades, o estranho (heimlich)… Em um processo psicanalítico, tende-se a subverter esse jogo, ao passo que, o que se torna visível na repetição da nossa queixa demonstra uma marca subjetiva do sujeito, que podemos chamar de fantasia. Por Reynaldo de […]Ler mais

O amor e o caos

Por que buscamos garantias para amar? Em um encontro como um café da tarde, uma reunião com colegas, existe algo de previsível? Então, porque aceitamos ter certas inseguranças na vida e outras não? Por Reynaldo de Azevedo Gosmão – “É estranho eu amar essa pessoa?”, “Por que você me ama?”, “Que diferente aquele casal!”, “O […]Ler mais