Participantes falam o que esperam da 8ª Conferência no RS

Evento acontece em Porto Alegre e tem objetivo de propor políticas públicas para a defesa da criança e do adolescente, que serão levadas para a etapa nacional em Brasília (DF)

Por Luana Klein, Andrielle Barbosa, Alice Silva da Silva e Karem Vieira de Aguiar, adolescentes comunicadores, de Porto Alegre (RS)

Enquanto as pessoas se preparavam para o início da 8ª Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, na quarta-feira, dia 25, em Porto Alegre (RS), nossa equipe ouviu alguns comentários sobre a expectativa dos participantes para os próximos dias de atividade. Confira a seguir:

“Vejo os adolescentes de hoje como sempre foram. Se o pai foi de um jeito, o filho vai seguir os mesmos caminhos. Adolescente é uma fase, é um período de transformações. Acho válida (a Conferência) para criar redes de apoio para que possamos ajudar os adolescentes a passar por essa fase, que é de transformações”.
Alexandro da Silva Tavares, 35 anos, psicólogo e policial militar, de Gravataí

“Espero que a Conferência seja bem legal e que todos me ouçam, que os adultos se intrometam menos. Que tudo dê certo!”
Ludmila Quadros Dalabilia, 15 anos, estudante de inclusão, de Porto Alegre

“Espero que possa haver bastante debates e a melhora da qualidade de vida das crianças e adolescentes. E que haja debates sobre crianças e adolescentes deficientes, que muitas vezes são esquecidas. Sinto-me feliz por estar aqui, que seja agradável e que o que seja discutido não fique só aqui, mas se torne realidade”.
Claudio Luciano Dusik, 34 anos, psicóloga, de Esteio

“Eu acho que a conferência começou bem. O jovem precisa de limites, mas também têm os seus direitos de expressão. O importante para o jovem é o apoio da família, mas depende da responsabilidade de cada um”.
Jaime, auxiliar tutelar, de Sapiranga

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