“Nós vamos conseguir!” é voz única entre nações na luta pelo #FimdoTrabalhoInfantil

 

Thailane Oliveira (RJ) e Sarah Suzane (AC), adolescentes comunicadoras em Brasília | Imagem: Wesley Pizzol (ES), adolescente comunicador em Brasília

As expectativas eram grandes quanto à 3ª Conferência Global Sobre Trabalho Infantil e o primeiro dia do evento veio como uma caixinha de surpresa: a presença inesperada de adolescentes surpreendeu muito dos presentes, como a africana Leah Ambwaya, que se mostrou satisfeita com a atuação juvenil no evento. “Quando eu cheguei aqui eu me perguntei: como vamos debater os problemas das crianças e adolescentes explorados se quem sofre o reflexo desses problemas são eles? Foi quando me deparei com alguns adolescentes que estavam fazendo uma cobertura do evento e fiquei realmente muito feliz de vê-los aqui. Isso me motiva a não medir os esforços de fazer o mesmo no meu país.”

Já a iraquiana Dunya Al-aboody resaltou que nem sempre os nossos esforços são proporcionais aos resultados e que devemos ter paciência de esperar que os resultados venham. “Não devemos nos permitir desanimar, isso é algo muito maior que nossos desejos e expectativas. Devemos encontrar na dificuldade forças para lutar! Afinal, existem pessoas que contam com os nossos esforços.”

Um dos momentos mais marcantes das entrevistas concedidas aos adolescentes foi a empolgação do sul-africano Katete Jackson Jones em relação ao trabalho feito e as discussões levantadas. “We gonna make it! We gonna make it! We gonna make it!” (Nós vamos conseguir! Nós vamos conseguir! Nós vamos conseguir!).