Trocas de experiências vivenciadas

 

Experiências, dificuldades, superação, inclusão e apoio, esses foram alguns dos assuntos discutidos na mesa redonda: “Experienciais Vividas”, com a representação de estudantes universitários, professores e sociedade civil onde essas pessoas colocaram as dificuldades de ser deficiente não só no ambiente educacional, no meio profissional, mas também no cotidiano, enfim, na vida.

Segundo Rosemeire Justina – graduanda em direito e com deficiência, “fui alfabetizada aos 13 anos, pois tinha o desejo de saber ler e poder escrever. Ver uma pessoa em uma cadeira de rodas é impactante sim, porém muitas pessoas olham com certo preconceito, pois olham como se não tivéssemos intelectual. E o apoio dos amigos e da família é fundamental em todo esse processo porque ninguém supera nada sozinho, ninguém faz sucesso sozinho”.

Diante disso é possível perceber que ser deficiente não é tarefa fácil, mas talvez não tanto pela deficiência em si, porém pela dificuldade que as pessoas têm em perceber as deficiências e as pessoas com deficiência como parte do meio social. Enfim, essas pessoas têm medos, sentimentos, anseios, sonhos em ser doutores, profissionais, estudantes. São pessoas com deficiência sim, mas também são pessoas que têm o direito enquanto um ser humano de ter oportunidade para conquistar esses sonhos.

Silmara Aparecida dos Santos e Reynaldo de Azevedo Gosmão, Virajovem Lavras.