Cultura é arte, divulgar faz parte

Por: Luana Viegas e Jonathan Moreira,  para a Agência Jovem de Notícias na TEIA 2013

Entre pontos de cultura diversos, o que não falta na TEIA Paulista 2013 é ânimo para apresentar ao público seus trabalhos. Vários palcos foram espalhados pelo centro de São Paulo com programações culturais que paravam quem passava por perto. Mas nem tudo é um “mar de rosas”. Algumas falhas fizeram com que este evento, que tem como tema “Cultura Sempre Viva”, não alcançasse o número de pessoas desejado.

Nós da Agência Jovem de Notícias fomos analisar alguns motivos que levaram os participantes a curtir ou não curtir a TEIA 2013.

Para Rogério, indígena de descendência Guarani, que vive em uma aldeia em Parelheiros, o evento foi bacana, foi a primeira vez que participou, porém a divulgação poderia ter sido melhor. “Para nós Guaranis, a divulgação não foi boa, não pudemos mostrar o nosso trabalho como queríamos”, completou. No geral? Não curtiu!

A falta de público não incomodou somente Rogério. “Houve muita falta de divulgação, não saiu em nenhum site de notícia de grande porte, da mídia não se pode esperar nada, é claro, mas do Facebook, por exemplo, não vi uma grande publicação para o evento”, disse Rosana Sousa, do ponto de cultura Mundo e Foco da zona Leste da capital. Porém mesmo sem um grande público, Rosana não deixou de citar a importância de eventos como esses e como é bom ver todos os pontos reunidos para uma troca de conhecimentos. No geral? Ela curtiu!

Já para Miriam Ferreira, do ponto cultural Incubadora, da cidade de São João Paulista, a TEIA foi ótima, uma grande oportunidade de mostrar seu trabalho na capital paulista. Perguntamos sobre a divulgação, já que foi um ponto considerado negativo por muitos participantes, mas para ela foi bom, já que estava ao ar livre, em sua barraca de artesanato, e ressaltou que não teria como dizer, já que não conhece a proporção dos eventos ocorridos em São Paulo. No geral? Ela curtiu!

Para nós, da Agência Jovem, a TEIA 2013 foi bacana, com vários pontos culturais, várias atividades, dança, teatro, cirandas, entre outros. O melhor é que tudo foi gratuito. Porém tem algumas áreas que precisam ser reparadas, para que toda a população de São Paulo tenha acesso a cultura fácil e saibam quando eventos assim acontecem, para que a “Cultura Sempre Viva” saia do papel e vá para a prática.

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