Secretaria de Direitos Humanos de SP ouve cidadãos para saber o que priorizar na agenda de crianças e adolescentes

Encontro contou com a participação de conselheiros tutelares, adolescentes, jovens e militantes que atuam no sistema de garantia de direitos

Dando continuidade ao projeto #DialogoSPDH, a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo realizou no dia 17 de julho a edição Criança&Adolescente, na qual foi apresentada a nova Coordenação de Políticas para Crianças e Adolescentes.

A roda de conversas aconteceu no Centro Cultural São Paulo e contou com a participação de conselheiros tutelares, adolescentes, jovens e militantes que atuam no sistema de garantia de direitos.

Rogério Sottili, secretário municipal da pasta, abriu o encontro falando das prioridades da nova Coordenação, que atendem as demandas da gestão do prefeito Fernando Haddad (PT) na área de direitos humanos: enfrentamento à exploração sexual, fortalecimento dos Conselhos Tutelares, atenção à criança e ao adolescente em situação de rua e promoção dos direitos da primeira infância. Sottili também apresentou dois colaboradores da equipe: a primeira-dama Ana Estela Haddad, que irá coordenar a pasta de primeira infância, e Fábio Silvestre, coordenador de Políticas para Crianças e Adolescentes.

“Nós vamos oferecer estruturas e formação adequadas aos conselheiros. Nós entendemos que os conselhos têm um papel fundamental. É o conselheiro que está na ponta, vendo os problemas, recebendo e encaminhando as denúncias”, disse o secretário.

Rogério Sottilli falou também sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que completou 23 anos neste mês. Segundo ele, é importante que essa gestão trabalhe para efetivar o que já existe na lei. “Queremos fazer uma nova história. Queremos ouvir vocês e saber se as políticas públicas são, de fato, adequadas.”

Na rodada de falas dos participantes, foram trazidos assuntos relacionados à precariedade dos abrigos de jovens, um pedido de atenção aos possíveis casos de exploração sexual de crianças e adolescentes durante os megaeventos esportivos e a descentralização dos espaços culturais de São Paulo.

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