Qualidade da informação e autorregulação foram os temas da última mesa do Seminário Infância e Comunicação

A última mesa do Seminário Infância e Comunicação, na manhã do dia 8 de março, contou com a participação de Chris Elliott, ombudsman do jornal “The Gardian” do Reino Unido; Suzana Singer, ombudsman do jornal “Folha de S. Paulo”; Thiago Erdi, do jornal “O Globo”; Eugenio Bucci, colunista da revista Época; Fátima Pacheco Jordão, diretora do Instituto Patrícia Galvão; Luiz Gustavo Pacete, repórter da Sem Fronteiras; e Carlos Müller, assessor de Comunicação da Associação Nacional de Jornais (ANJ).

Ricardo Corredor, diretor executivo da Fundação Nuevo Periodismo, da Colômbia, um dos mediadores da mesa, relatou sua percepção sobre a comunicação na América Latina. Segundo ele, há um esforço para discutir “qualidade de informação”, mas esse debate precisa avançar. “É importante que tenhamos regulação, mas esse processo requer muita discussão para que não afete a liberdade de expressão”, afirma Ricardo.

A independência editorial, a garantia da pluralidade de pontos de vistas, transparência nos processos de produção, impacto dos conteúdos na sociedade e ambiente de segurança jornalística foram provocações colocadas em debate, além da difícil realidade da concentração política e empresarial da mídia. Para o jornalista Eugenio Bucci, a autorregulação representa um compromisso das empresas de comunicação com a igualdade e a diversidade.

Neltinha Oliveira, da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicador@s (RENAJOC), de Brasília (DF)

Bruno Ferreira
Jornalista, professor e educomunicador. Responsável pelos conteúdos da Agência Jovem de Notícias e Revista Viração.

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