Painel da Conferência discute mobilização no RS

 

Programação da 8° Conferência Estadual dos Direitos da Criança e Adolescente teve a participação da representante do MDCA, do secretário de Justiça e Direitos Humanos e de militantes

 

Por Márcio Ferraz, Norton dos Santos Goulart e Rafaela Graziele Lenhard da Rosa, adolescentes educomunicadores, de Porto Alegre (RS)

 

Na manhã do dia 26 de abril, quinta-feira, teve o segundo dia da 8ª Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, com a abertura dos painéis temáticos. No eixo mobilização, participaram da mesa Fabiano Pereira, secretário da Justiça e dos Direitos Humanos, Haidê Venzon, representante do MDCA (Movimento de Defesa da Criança e do Adolescente), e Liliane Gonçalves, advogada e militante da área.

Haidê Venzon iniciou dizendo que “renovamos nossa esperança e crenças para enfrentar o cotidiano”. O tema desenvolvido ao longo da conversa foi sobre a questão da mobilização social como um processo contínuo, de vontades em torno de uma causa, com objetivos comuns e uma ação compartilhada.

A apresentação da Haidê tem como exemplo de mobilização o trabalho social desenvolvido por Betinho, que organizou a campanha Natal sem Fome. Dando continuidade à apresentação, ela explicou que mobilização é um ato de liberdade, paixão e comunicação. Coloca ainda que é um ato de coragem. Ela elencou o processo de comunicação como troca, partilha e interação. E acrescenta: “governo é como feijão, só amolece em panela de pressão”, ao contar ser preciso que a sociedade civil cobre ações dos governos.

O secretário Fabiano Pereira disse que a cada três horas uma criança é vítima de violência no Estado do Rio Grande do Sul. Fez a apresentação dos projetos desenvolvidos pela secretaria, como o projeto POD, que tem como público alvo adolescentes de baixa renda, oferecendo cursos de formação profissional, entre outros.

Liliane Gonçalves fez um relato de sua trajetória em defesa dos direitos das crianças e adolescentes, e comenta que vem participando de várias conferências desde o ano de 1995, visitando vários municípios e constatando que adolescentes devem estar participando das atividades e dando suas opiniões que são muito importantes.

 

 

 

 

 

 

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