Ocupação dos espaços de públicos de poder e atuação partidária são discutidos em encontro do MJPOP

Adolescentes e jovens buscam vereadores e gestores públicos que possam “adotar” projetos vindos da iniciativa popular

 

Por Rafael Stemberg, da Agência Jovem de Notícias, em Belford Roxo (RJ)

Informar, ter voz, começar um diálogo, uma ação e, por fim, a prestação de contas. Esses são cinco passos considerados necessários para promover, ou iniciar, alguma mudança social. E é dessa forma que a galera participante do 5º Encontro Nacional do MJPOP (Monitoramento Jovem de Políticas Públicas), que acontece até 26 de janeiro em Belford Roxo (RJ), atua em suas comunidades.

E para aprimorar esses trabalhos de participação política, vindas da iniciativa juvenil, o encontro promoveu na tarde de terça, 22, uma mesa de debate sobre participação partidária, ocupação dos espaços públicos de tomadas de poder e conjuntura política brasileira. Para compor a mesa, estiveram presentes o vereador Reimont de Santa Bárbara (PT-RJ), Luís Carlos Bolzan, diretor de Departamento de Ouvidoria-Geral do SUS (Sistema Único de Saúde, Mônica Verdam, do MJPOP, e representantes jovens dos partidos PC do B e PT.

A discussão girou em torno de questões sobre a importância de ser ter uma filiação partidária e de como se aproximar de políticos em exercício. Por meio de interações e cartazes, os participantes aproveitaram o momento para refletirem a atual estrutura política do Brasil.

Participação

Em um dos momentos, adolescentes questionaram o fato de não conseguirem participar de reuniões com lideranças políticas e comunitárias por conta dos horários, pois, segundo eles, na maioria das vezes, as reuniões acontecem durante a semana e os jovens ou estudam ou trabalham – quando não fazem os dois. Nesses casos, Mônica disse que é preciso pressionar as pessoas que organizam esses espaços para uma mudança de dia ou criarem um horário alternativo de participação. “Não tem receita, tem que dar um jeito de conseguir pressionar para que se mudem os dias de encontro. Cada um cria seus mecanismos para isso”, falou.

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