Juventude: sujeito de direito

Por: Cristiane Tomazelli (RR), Nealla Machado (MS), Verônica Mendonça (SP) e Eric Silva (SP), da Agência Jovem de Notícias

“Aqui está a geração que quer mudar pra valer. Uma geração que quer viver o Brasil de todos”. Foi com essa e várias outras frases de mobilização que se iniciou a cerimônia de abertura da 2ª Conferencia Nacional de Políticas Públicas de Juventude (CNPPJ).

Realizando-se em Brasília, a conferência contou em sua mesa de abertura com representantes não somente do Brasil, mas também da América Latina, África, totalizando 16 países representados, e também representantes das agências da Organização das Nações Unidas – ONU, sendo que todos estão preocupados em garantir os direitos à autonomia, à participação, à experimentação e à comunicação da juventude brasileira.

“Esse é um momento que demanda necessidades específicas e que requer atenção do Estado”, disse Gabriel Medina, presidente do Conselho Nacional de Juventude. Se na 1ª CNPPJ o tema era “Levante sua Bandeira”, o objetivo agora do tema “Conquistar direitos, desenvolver o Brasil!” é mostrar que além da conquista de direitos, a pauta da juventude é símbolo de desenvolvimento nacional, aliando o crescimento econômico, fortalecendo a soberania nacional e contribuindo para reduzir a desigualdade social, como reforçado por Ângela Guimarães, Secretária Adjunta da Secretaria Nacional de Juventude, também membro integrante da mesa de abertura. “A própria existência dessa Conferência, é o exemplo de que a juventude pode mudar o rumo do país”, reforça o deputado federal Marco Maia.

Tendo como programação a realização de debates durante seus 4 dias, a Conferência surge como um espaço a fim de promover o diálogo, dando voz a todos os jovens de todas as regiões de todo o país. A conferência mostra toda a força participativa e mobilizadora da juventude brasileira. “Queremos uma juventude que tenha plenos direitos para se desenvolver, porque é essa juventude guerreira que vai lutar por uma país mais justo e solidário”, afirmou Gabriel Medina, sabendo que  juventude de hoje não é apática e alienada: ela vai mostrar a que veio.

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