Jovens que dançam e se encantam

Mais do que um focalizador de danças circulares e jogos cooperativos, Sérgio de Souza Barbosa é uma espécie de mágico. Foi impressionante a reação que a oficina de danças circulares causou nos jovens que estiveram presentes. Muito riso, muita alegria, muita dinâmica, passos e boas energias circularam.

Natasha Braz, 18 anos, veio de Cajamar, cidade do ladinho de São Paulo. Só não participou de um dos encontros da Rede porque teve quer optar por duas oportunidades que teria. Ela, assim como os quase 100 adolescentes e jovens que estavam na sala, saiu encantada com a oficina. “O teatro e essa dinâmica foram as melhores coisas que aconteceram nesse encontro. De verdade, a gente pôde sentir e estar próximo do outro. Mas bem próxima mesmo, sem parecer aquela coisa de palestra. Como os assuntos que foram surgindo: respeitar o limite do outro, ajudar o próximo, ter paciência de ensinar, união, envolvimento. Durante todo o encontro, as pessoas nos pediram para ouvir. Mas durante a oficina, um simples gesto com a música me deu uma noção muito maior do significado de ouvir o próximo do que o comando dado durante todo o encontro”, explicou toda feliz.

A opinião da Natasha é muito parecida com a do Luan do Nascimento, de Boa vista, Roraima, geminiano de 21 anos que faz aniversário no dia 04 de junho. “Foi uma dinâmica muito boa não só pra mim, como pra todos os jovens que puderam participar. Nos traz uma harmonia, companheirismo, carisma, uma alegria de poder estar participando, brincando, sentindo a alegria de sorrir. Espero poder estar em outras oficinas de jovens e dinâmicas gostosas como essa”.

Sérgio, o mediador da história, disse que a dança é capaz de mobilizar as pessoas “porque ela entra em contato com o que há de mais puro de cada um ao mesmo tempo que possibilita o encontro com o outro. A pessoa quando dança ela está presente e tem a oportunidade de viver um momento mágico. Quando realizada em grupo essa energia toma conta de todo o espaço e na leveza dos passos são construídas novas amizades. Foi muito gostoso dançar com esses jovens. É muito legal quando você percebe que pode amar a todas as outras pessoas e que elas também podem amar você e não precisa ter medo disso. É importante que esses jovens sintam isso, tenham esse contato uns com os outros”.

Sérgio de Souza Barbosa, focalizador de danças circulares e jogos cooperativos, Nastasha Braz e Luan do Nascimento, direto de Manaus, durante o V Encontro Nacional da Rede de Jovens Vivendo com hiv/Aids., falando para a Agência Jovem de Notícias. Acompanhem amanhã as notícias do último dia de encontro.

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