Governo espera que Rio+20 seja a conferência de maior participação da sociedade civil, diz ministro

Gizele Martins (RJ) e Bruno Ferreira (SP)

Imagem: Jéssica Delcarro (ES)

A manhã deste domingo é internacional no Rio de Janeiro. A cidade maravilhosa recebe jovens de todos os cantos do Planeta para debater propostas sobre desenvolvimento sustentável na Youth Blast, Conferência de Jovens para a Rio+20, que acontece no Centro de Convenções Sulamérica, no centro da capital fluminense até 12 de junho. O evento faz parte do calendário oficial da Conferência das Nações Unidas pelo Desenvolvimento Sustentável. Autoridades brasileiras estão presentes no evento.Uma delas é o ministro Gilberto de Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República.

Em uma conversa rápida, de bastidor, conversamos com o ministro sobre a importância da abertura de espaços democráticos, como é o caso desta conferência, que possibilita a participação de jovens de todos os continentes da Terra. Durante o credenciamento, enquanto os participantes da Youth Blast chegavam, interagiam e reconheciam o espaço da conferência, o ministro Gilberto de Carvalho fala sobre a importância da  juventude atuar e cobrar políticas públicas de seus governantes.

Ele diz que o Governo Federal tem muita expectativa com relação a este evento. “São propostas inovadoras que podem substituir as que já existem no Congresso. É muito importante a participação social. O nosso objetivo é ouvir, e quando se sabe ouvir a gente ganha muito. E o jovem não é o futuro, é o presente. É ele a maior vítima da exclusão social hoje no Brasil e no mundo. Ele sofre desemprego, má formação, dentre outros problemas”, disse o ministro.

O ministro destaca ainda a importância de criar alternativas ao que chama de velha política, que levou o mundo à crise atual. A adoção de valores como solidariedade e interação entre os povos são para ele fundamentais para transformar o atual modelo que vivemos. “Eu acho muito significativo e promissor que a Rio+20 comece com este evento aqui, e para nós, tão importante quanto a participação de outros países, é a participação social, tanto que nós estamos muito orgulhosos, pois estamos na perspectiva que a Rio+20 seja a conferência de maior participação da sociedade civil. Quando eu falo que o governo espera não é uma demagogia. Nós sabemos que a participação com profundidade de propostas é muito importante”.

Jornalista, professor e educomunicador. Responsável pelos conteúdos da Agência Jovem de Notícias e Revista Viração.

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