#FotosNaLaje: as reflexões e os olhares das juventudes das quebradas

Campanha idealizada pela equipe do projeto Geração que Move busca olhares fotográficos de jovens durante o isolamento social nas periferias do Brasil

Por Redação AJN

As juventudes do Brasil estão passando por um momento único: o isolamento social provocou grandes mudanças, desde a rotina escolar até o convívio em comunidade, a prática de esportes e o lazer. Lidar com todos os sentimentos que surgem diante dessa nova realidade, juntamente com todas as questões próprias da juventude – vestibular, trabalho, expressões de gênero, acesso a direitos básicos – pode ser intenso.

Pensando em dar vazão a todos estes sentimentos em forma de expressão artística, a equipe do projeto Geração que Move idealizou a campanha #FotosNaLaje: uma série que busca olhares fotográficos de jovens das periferias enquanto vivem o período de isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus.

O convite está aberto para jovens periféricos de todo o Brasil: se você tem entre 12 e 25 anos, envie uma foto da sua janela ou laje por mensagem para os perfis da Agência Jovem de Notícias (@agencia.jovem) e da Viração Educomunicação (@viracaoeducom) no Instagram e a sua foto vai ser publicada com a hashtag oficial da campanha!

E pode ir além da foto! Manda junto poesia, verso, frase, trecho de música, uma reflexão… queremos saber o que tá rolando na sua quebrada, viu?

Nós já recebemos 2 fotos acompanhadas de poema e reflexão sobre esse momento! Confere aí:

A Kerolayne, moradora do Grajauex (SP), compartilhou um poema de sua autoria e trouxe uma reflexão braba sobre o momento que estamos vivendo

O Geovane Cristovam, do Capão Redondo (SP), compartilhou com a gente como ele está se sentindo nessa quarentena.

O projeto Geração que Move, idealizado pelo UNICEF e Fundação Abertis e desenvolvido com a parceria técnica da Viração Educomunicação, vem promovendo uma série de atividades que buscam promover a liberdade de expressão de adolescentes e jovens que habitam territórios periféricos de São Paulo através de uma série de oficinas, encontros, intervenções urbanas, jornadas de conhecimento pela cidade e diálogos com o poder público.

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