Começa essa semana 1ª etapa da Conferência Global sobre Trabalho Infantil; cobertura educomunicativa jovem é destaque


Nesta semana acontece a etapa nacional da III Conferência Global sobre Trabalho Infantil, entre os dias 8 e 9 de agosto, em Brasília. Com o objetivo de ampliar o espaço de participação de adolescentes no processo da Conferência, nas discussões e reflexões sobre a política de enfrentamento do trabalho infantil no País, vinte e sete adolescentes, um de cada unidade federativa do país realizarão uma cobertura educomunicativa do evento.

O grupo de adolescentes participará, no próximo dia 7, de uma oficina de preparação para a cobertura, onde receberão informações sobre o tema do trabalho infantil e planejarão a cobertura, preparando pautas e aprendendo a produzir conteúdos noticiosos. A cobertura será realizada por meio das linguagens de texto, áudio, vídeo e fotografia, que serão apresentadas nos formatos de jornal mural, TV web, fanzine, rádio e redes sociais.

A cobertura é resultado de uma parceria entre a Viração Educomunicação, a Organização Internacional do Trabalho e o governo brasileiro, que preside e organiza a Conferência.

Sobre a Conferência

Presidida e organizada pelo governo brasileiro, a III Conferência Global sobre Trabalho Infantil conta com o apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e deverá reunir delegações de 193 países, que serão formadas por representantes de governos, organizações de trabalhadores, empregadores e sociedade civil.

Esta é a primeira vez que a Conferência Global sobre Trabalho Infantil é promovida fora da Europa. O primeiro encontro, reconhecido como global pela OIT, foi realizado em 1997, em Amsterdam, e a segunda edição da conferência ocorreu em 2010, em Haia. Os ministérios das Relações Exteriores (MRE) e o do Trabalho e Emprego ocupam a vice-presidência da estrutura de organização da III Conferência Global sobre Trabalho Infantil.

O objetivo do evento global é fazer um balanço das ações de combate ao trabalho infantil em escala mundial, aprofundar a troca de experiências entre países e regiões e acelerar, por meio do compromisso de governos e parceiros sociais, a erradicação das piores formas de trabalho infantil.

O que é uma cobertura educomunicativa

A cobertura está fundamentada no referencial teórico da Educomunicação. Propõe, portanto, além do aprendizado e da utilização das técnicas de produção em comunicação, uma reflexão sócio-educativa de formação e mobilização de crianças e adolescentes. Além disso, promove discussões sobre democracia, direitos sociais do cidadão, educação para a paz e de solidariedade entre os povos. Ou seja, constrói uma comunicação fundamentada em princípios e valores humanistas.

Neste sentido, o foco da ação está no processo de discussão na elaboração dos produtos, garantindo que seja dialógico, democrático e colaborativo. As crianças e os adolescentes serão protagonistas da cobertura e apresentarão ao mundo suas opiniões sobre os temas abordados na conferência.

A cobertura educomunicativa acontecerá também na segunda etapa da Conferência, de caráter global, que acontece em outubro, também na cidade de Brasília (DF).

Acompanhe a cobertura educomunicativa!

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