ENSAIO PARA UMA CIDADANIA MUNDANA

Olha a #DicaCultural: A partir de hoje, 9 de junho, a Casa de Cultura do Parque inaugura a exposição virtual ‘Ensaio para uma cidadania mundana: vídeos de Renan Marcondes’

Com curadoria de Ruy Luduvice, a exposição apresenta uma série de performances realizadas nos últimos quatro anos por Renan Marcondes. Os vídeos investigam a ideia de presença e invisibilidade e abordam a potência da arte para além do imaginário político comum.

Serão exibidos quatro vídeos desenvolvidos ao longo dos últimos cinco anos, além de uma estreia. São eles: Protetor de Proximidade Humana para Valsa (2016), Protetor de Proximidade Humana para Beijo (2017), Projeto Invisível – Estação 2: Palestras para coisas e objetos (2017), Intervalo (da série Teatro) (2018) e Orquestra (da série Teatro) (2018).

Ensaio para uma cidadania mundana / divulgação

Tendo em comum o esforço de desalienação tanto do trabalho artístico quanto da subjetividade dos espectadores, exploram as subterrâneas políticas do visível que tem formatado a nossa imaginação nos últimos anos e as suas consequências para a formação dos laços sociais na contemporaneidade.

As obras ficarão disponíveis no site e YouTube da Casa até o dia 8 de agosto.

Para a abertura da exposição online, a Casa promove hoje, às 19h, uma mesa de conversa online, via Facebook e YouTube. Marcondes e Luduvice convidam o curador Diego Matos para o debate. Juntos, eles analisam as obras de Ensaio para uma cidadania mundana e abrem espaço para participação do público.

Sobre Renan Marcondes

Renan Marcondes é artista e pesquisador representado pela OMA Galeria. Doutorando em Artes Cênicas pela USP, com passagem pela Justus Liebig Universität Giessen. Pesquisa sobre procedimentos de desaparecimento do corpo na arte contemporânea. Já foi contemplado com premiações e comissões diversas, das quais se destacam: Festival Cultura Inglesa (2020), Prêmio de criação em residência para jovens coreógrafos no MIS-SP (2018), Temporada de Projetos do Paço das Artes (2017) e Premio do setor de performance da sp-arte (2015). Suas exposições individuais mais recentes incluem: Fundo Falso (Instituto Adelina, 2018) e Como se a paixão fosse uma grande esponja molhada (OMA Galeria, 2021). Já realizou residências na Pivô (2019), CAAA (Portugal, 2017) e no Instituto Sacatar (2017). Possui obras nos acervos do Museu de Arte do Rio, no Museu de Arte Contemporânea de Ribeirão Preto, na Pinacoteca de São Bernardo do Campo e na cidade de Santo André. Em 2019 foi indicado para o Programa de Bolsas e Comissões do Cisneros Fontanals Art Foundation.

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