“É preciso martelar os governos nacionais!”

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Cristina Dalla Torre, da Agência Jovem de Noticias. 

Jovens da Youngo compartilham experiências e explicam como fazer pressão sobre os governantes

Na manhã do dia 29 de novembro, durante a Conferência Internacional de Jovens em preparação para a COP20, foi realizada a oficina Youngo sobre partilha de experiências. Youngo é a organização internacional de jovens em torno do tema das mudanças climáticas reconhecida pelas Nações Unidas. É a porta-voz das propostas dos jovens e uma espécie de rede de todos os grupos ambientais, entre outras atividades.

Todos podem fazer parte da Youngo ao se inscrever na lista de discussão e contribuir com seus pensamentos e ideias sobre possíveis estratégias de ação. O objetivo principal do workshop foi motivar os jovens a respeito de seu poder de impacto sobre as negociações climáticas.

Depois de uma música energizante para derreter o gelo, na reunião dessa manhã falaram três participantes que partilharam suas experiências de sucesso no objetivo de pressionar pela maior inclusão dos jovens nas COPs passadas.

A brasileira Raquel Rosenberg contou sobre seu caminho com sua organização, Engajamundo, que a levou a ser parte ativa nas negociações como intermediária entre o governo brasileiro e as Nações Unidas na Conferência de Bonn, em julho passado. Quando o governo pediu sua opinião pessoal sobre o artigo 6º da Convenção relativa à educação e participação pública, ela aproveitou a oportunidade para apresentar os pedidos da Youngo no documento final.

Outra voz ativa em seu país, Colômbia, é Mateo Botero. Ele contou a incrível história de como conseguiu, sem vistos e acreditação oficial das Nações Unidas, já que era menor de idade, entrar na COP no Qatar em 2012. Sua motivação e iniciativa o levaram a estar hoje em Lima como parte da primeira delegação colombiana, que deve sua existência graças à coragem de Mateo.

A mensagem de Adam Greenberg, dos Estados Unidos, se afastou um pouco das outras duas intervenções: “É claro que a ação através da Youngo é importante, mas mais importante ainda é martelar os governos em nível nacional, mostrando-lhes, através de exemplos de sucesso, a necessidade de desinvestir em combustíveis fósseis “. De acordo com Adam, a Youngo é importante porque permite que os jovens se sintam parte de um grande movimento que os apoia. “O conhecimento de que existem milhares de outros jovens que, como nós, dedicam seu tempo à causa do combate às alterações climáticas é, certamente, um pensamento positivo com o qual acordar de manhã”, disse o jovem ativista.

Cristina Dalla Torre

“Bisogna martellare i governi nazionali!”

Giovani della Youngo condividono esperienze e spiegano come fare pressing sui governanti

La mattina del 29 novembre, durante la Conferenza Internazionale dei Giovani in preparazione alla COP20, si è tenuto il workshop di Youngo sulla condivisione delle esperienze. Youngo è l’organizzazione internazionale dei giovani attorno al tema del cambiamento climatico riconosciuta dalle Nazioni Unite. È il portavoce delle proposte dei giovani ed è una sorta di network di tutte le associazioni ambientaliste, e non solo.

Ognuno può far parte di Youngo iscrivendosi alla mailing list e contribuire con i suoi pensieri e le sue idee sulle possibili strategie di azione. Il punto principale del workshop era motivare i giovani sul loro potere di avere un impatto sulle negoziazioni sul clima.

Dopo un energizer musicale per sciogliere il ghiaccio, all’incontro di questa mattina sono intervenuti 3 partecipanti che hanno condiviso la loro esperienza di successo nel raggiungere il loro obbiettivo di fare pressione per una maggiore inclusione dei giovani nelle passate COP.

La brasiliana Raquel Rosenberg ha raccontato il suo cammino con la sua organizzazione, Engajamundo, che l’ha portata ad essere parte attiva nelle negoziazioni come tramite fra il governo brasiliano e le nazioni unite nella Conferenza di Bonn, lo scorso luglio. Quando il governo ha chiesto la sua personale opinione sull’articolo 6 della convenzione che riguarda educazione e partecipazione pubblica, è stata pronta a cogliere l’occasione di introdurre le richieste di Youngo nel documento finale.

Un’altra voce attiva nel suo paese, la Colombia, è Mateo Botero. Lui ha raccontato la sua incredibile storia di come è riuscito, senza visto e accredito ufficiale delle Nazioni Unite, poiché minorenne, a entrare alla COP in Quatar nel 2012. La sua motivazione e spirito di iniziativa lo hanno portato ad essere oggi a Lima come parte della prima delegazione colombiana, che deve la sua esistenza proprio grazie al coraggio di Mateo.

Il messaggio di Adam Greenberg dagli Stati Uniti si è scostato un po’ dagli altri due interventi: “Certo, l’azione attraverso Youngo è importante, ma più fondamentale ancora è martellare i governi a livello nazionale, dimostrare loro attraverso esempi di successo la necessità di disinvestire nei combustibili fossili”. Secondo Adam, Youngo è un movimento importante perché permette ai giovani di sentirsi parte di un grande movimento che li supporta. “La consapevolezza che ci sono altre migliaia di giovani, che come noi, dedicano il proprio tempo alla causa della lotta al cambiamento climatico certo è un pensiero positivo con cui svegliarsi la mattina”, conclude il giovane attivista.

Cobertura COP19

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