Divididos em cinco Grupos de Trabalho, delegados discutem os eixos da Conferência DCA – RN para decidir as propostas prioritárias

Por: Joyce Amanda Cavalcante, 15 anos, Juciara Miguel, 16 anos, Carol Silva, 12 anos, Gustavo Augusto Silva, 14 anos e Jadson Batista, 14 anos, da Cobertura Educomunicativa

O segundo dia da Conferência DCA é dedicado a debates das propostas produzidas em todas as etapas anteriores. Os delegados são divididos em cinco grupos de trabalhos (GTs), de acordo com os eixos da Conferência para definir quais são as prioridades do RN. São eles 1) Promoção dos Direitos de Crianças e Adolescentes, 2) Proteção e Defesa dos Direitos, 3) Protagonismo e Participação de Crianças e Adolescentes, 4) Controle Social e Efetivação dos Direitos e 5) Gestão da Política Nacional.

No eixo 2 perguntamos à estudante Luana Melo, 15 anos, da cidade de Lajes, qual a proposta mais importante, na opinião dela. Ela respondeu que “todas as propostas são importantes, mais as que eu acho mais importante são as referentes a fiscalização, porque se não tiver fiscalização na área da educação, saúde, cultura, lazer, como nós adolescentes e crianças vamos ter um mundo melhor? Uma sociedade bem sucedida?”

Marlene Pereira, 55 anos, da cidade de Santana do Seridó explica que “aqui nós estamos divididos em grupos para procurar rever as propostas de maior importância [propostas nas etapas municipais, regionais etc.], já que temos que escolher um número limitado de propostas prioritárias. No nosso grupo [de trabalho] uma das propostas que a gente escolheu foi a que trata do SINASE [Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo], para a garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes”.

No grupo de trabalho sobre participação, conversamos com Iranete Araújo, 51 anos, da cidade de Parnamirim, que afirmou que “com a implementação dessas propostas deve-se criar espaços para a participação de Crianças e Adolescentes”.

O adolescente Anderson Cavalcante, 12 anos, da cidade de Martins, afirmou que o objetivo do eixo 4 era propor e fiscalizar a política para crianças e adolescentes. Segundo Anderson, uma das formas para isso é o controle social. “É preciso desenvolver ações articuladas com os Conselhos [Municipal e Estadual dos direitos da Criança e Adolescente] nas escolas e programas sociais envolvendo diretamente com crianças e adolescentes”.

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Jornalista, professor e educomunicador. Responsável pelos conteúdos da Agência Jovem de Notícias e Revista Viração.

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