#DireitosDasMeninas: consulta convida meninas a falar sobre seu cotidiano

Pesquisa implementada pelo Unicef está disponível para meninas de toda a América Latina, que respondem sobre como é ser menina em suas comunidades. Resultados serão divulgados em outubro e dezembro

Você tem entre 14 e 18 anos e vive na região da América Latina e do Caribe?

Acredita que os direitos das meninas e das adolescentes não são levados a sério?

Participe! Leva menos de 15 minutos.

Essa é a chamada regional para a campanha “Direitos das meninas: Nossas vozes para um futuro com igualdade”, implementada pelo Unicef para ouvir meninas de 14 a 18 anos sobre seus direitos, a vida em suas comunidades e suas preocupações e desejos para o futuro.

O questionário, disponível em uma plataforma virtual acompanhada de um fórum de discussão, estará ativo até o dia 31 de outubro.

Ao participar da pesquisa, as meninas podem, além de compartilhar suas opiniões sobre temas relevantes para a infância e a adolescência, ajudar a elaborar uma agenda sobre os direitos das meninas na América Latina e no Caribe e chamar a atenção dos líderes mundiais para a necessidade de apoiar meninas e adolescentes através de políticas públicas que protejam e as prepare para um futuro mais justo e melhor.

Os resultados iniciais da consulta serão divulgados no dia 11 de outubro, Dia Internacional da Menina. Os relatório final será lançado durante os 16 Dias de Ativismo antes do Dia Internacional dos Direitos Humanos, 10 de dezembro de 2020.

Sobre a pesquisa

O Unicef lança essa pesquisa para comemorar o 25º aniversário da  Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, um plano mundial progressivo para promover os direitos de mulheres e meninas.

Em 1995, 189 países e muitas organizações internacionais identificaram doze áreas críticas de preocupação com impacto intergeracional nas meninas e adolescentes. Depois de 25 anos, infelizmente ainda estamos longe de superar a discriminação, violência e desigualdade no acesso a recursos e serviços que afetam as meninas, adolescentes e mulheres.

Para marcar esse aniversário, o escritório do UNICEF para a América Latina e o Caribe se propôs a reunir e mapear os avanços alcançados na região até hoje, bem como a identificar desafios persistentes. Essa informação, junto com suas respostas nesta pesquisa, será utilizada com o objetivo de atualizar os compromissos e as prioridades da região para promover os direitos de todas as meninas e adolescentes.

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