Direitos da Juventude: igualdade na diversidade.

Por Adriélly Santos (SP), Artur Moreno (RJ) , Verônica Mendonça (SP) da Agência Jovem de Notícias e Karol Assunção da Adital Jovem (CE).

 A galera se mobilizou e conseguiu conversar com Regina Novaes e Renato Meirelles, participantes da primeira mesa de debate de hoje (10):  “Juventude, desenvolvimento e efetivação de direitos”, da 2a. Conferência Nacional da Juventude.

“Não podemos idealizar a juventude”, afirmou Regina Novaes, antropóloga e presidenta da primeira gestão do Conselho Nacional de Juventude, quando fala que esta é um reflexo da sociedade em que vive. Para ela, devemos considerar as diversas identidades e, para pensar a igualdade entre elas, precisamos considerar toda essa pluralidade existente.

O sócio-presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles, ressalta que o Brasil mudou e os jovens têm atuado cada vez mais como protagonistas dessa mudança. “Os jovens da nova classe média são mais escolarizados que seus pais. Você tem hoje uma porcentagem grande de jovens que efetivamente contribui para a renda familiar, coisa que não acontecia no passado”, afirma. Tudo isso leva a necessidade de aprimoramento das Políticas Públicas de Juventude. Segundo ele, agora temos formadores de opinião que estão, em sua maioria, conectados. O diálogo passa a ser diferente.

Para ambos, o desenvolvimento presenciado nos dias atuais é um desenvolvimento inédito, devendo este ser sustentável para não sofrer um retrocesso em relação a tudo que já foi conquistado. Para Regina, os direitos da juventude e as Políticas Públicas devem caminhar juntos, com a sociedade cobrando seus direitos e o Estado garantindo-os.

Renato ainda enfatiza que as Políticas Públicas devem ser políticas de Estado e não de governo. Elas devem ser um conjunto de ações que garantam o processo de igualdade entre todos.

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