Diálogos Intergeracionais: a polêmica das sacolinhas

Dener, Julyana Martins, Letícia Barros, Thais Silva e Vitor, jovens comunicadores, de São Paulo (SP)

Já era pouco mais de 16 horas do dia 10 de junho, quando um grupo de adolescentes e jovens participam do evento Diálogos Intergeracionais, na Casa das Caldeira, realizado por ONGs como a Viração, Jovens Urbanos, Cenpec, Cep e Alana. O encontro é um preparativo para a Rio+20, conferência da ONU sobre o meio ambiente e sustentabilidade. E uma das atrações do evento é a presença da banda África lá em casa, que teve inpicio em 2005.

O baixista da banda, Guilherme Chiappetta, de 29 anos, nascido na cidade de São Paulo, já havia participado de outros eventos com outros músicos. Então decidiu seguir uma carreira nessa área, seguindo carreira solo, tempos depois conheceu Arnaldo Duarte, de 30 anos, na faculdade, e resolveu montar uma banda, ao de lado de outro amigo: Rafael, que ficou sendo o guitarrista. Sua maior dificuldade no início da carreira era o estilo musical, jazz contemporâneo, que segundo ele não atrai tanto publico atualmente.

Na entrevista, Guilherme comenta sobre a Rio+20 e o evento no qual se apresenta: “É uma questão que deve ser repensada no dia a dia da sociedade”. Citou também que pretende construir uma casa ecológica e foi ressaltada a questão da proibição da sacola plástica: “É questão de habito”, diz. Guilherme conta que morou na Alemanha, onde eles não fazem mais o uso da sacola plástica, sendo que cada prédio possui sua própria lixeira, não sendo necessário o uso de sacola plástica. Já Arnaldo discorda dizendo: “Concordo com o plástico. É um absurdo você fazer uma compra e não ter uma sacola plástica para colocar’’.

 

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