Dez mulheres negras e brasileiras que não podem faltar na sua playlist

Por: Nathália Henrique da Agência Jovem de Notícias/ Foto: divulgação Linn da Quebrada

Entre versos, melodias e batidas estas mulheres proporcionam, através de suas vozes, reflexões, orgulho e representatividade.

Conheça dez mulheres negras e brasileiras que não podem faltar na sua playlist musical:

 

  • Tássia Reis

Música: Se avexe não.

 

Clack boom! Nascida em Jacareí, interior de São Paulo, a rapper sempre traz em seus sons pautas como o corpo da mulher negra, a luta diária contra o machismo e a liberdade de ser.

 

  • Luedji Luna

Música: Um corpo no mundo.

A baiana de voz doce e contagiante, é cantora e compositora. Traz em suas músicas reflexões sobre o racismo e os desafios de ser uma mulher negra no meio artístico brasileiro.

 

  • Juçara Marçal

Música: Velho Amarelo

A voz poderosa da Banda Metá Metá.  Mais de 20 anos de estrada, Juçara é cantora e professora e desenvolve um trabalho a partir das tradições afro-brasileiras.

 

  • Mahmundi

Música: Calor do Amor

 


Carioca, de 29 anos, Marcela Vale mistura um pouco do eletrônico, indie e poesias reflexivas.

 

  • Karol Conká

Música: Tombei

Karoline dos Santos Oliveira, é rapper, cantora, compositora, atriz, produtora, modelo e apresentadora. Conhecida por exaltar a mulher negra em suas músicas.

 

  • Mc Carol
    Música: Delação premiada


Reconhecida como símbolo feminista e da luta contra o racismo velado nas comunidades do Rio do Janeiro, a Mc traz em suas letras a liberdade e o protagonismo feminino.

 

  • Mc Soffia

Música: Menina Pretinha.

 

Impressiona como essa garota de apenas 13 anos pauta em suas canções as particularidades de ser uma criança negra e empodera, desde os pequenos até os adultos. letras cheias de originalidade fazem desta pequena uma grande cantora.

 

  • Mc Linn da Quebrada

Música: Bixa Preta.

“Bicha, trans, preta e periférica. Nem ator, nem atriz, atroz. Bailarinx, performer e terrorista de gênero”. É assim que Linn se define nas redes sociais. A artista é referência na luta pelos direitos trans e no ativismo musical

 

  • Preta Rara

Música: Falsa Abolição

Preta começou a carreira aos 12 anos, cantando na igreja, e sempre soube que o rap e a poesia era o seu lugar. Além de cantar, também é militante, turbanista, dona de uma marca de roupas e professora de história.

 

  • Ellen Óleria

Música: Afoxé do Mangue

Misturando samba, forró, afoxé, carimbó e outras referências culturais do Brasil, Ellen é dona de uma voz forte e potente. A cantora ganhou destaque no cenário musical após ganhar um reality show e hoje, além de cantar, apresenta um programa com temática LGBTQ na televisão aberta.

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