Deputada estadual é entrevistada pelos adolescentes da cobertura educomunicativa na Conferência Estadual DCA de Roraima

No último dia na Conferência Estadual DCA de Roraima, a galera da cobertura educomunicativa bateu aquele papo com a deputada estadual Ângela Águida Portela

Por Natasha Queiroz e Raiane Rabelo

Qual a importância da participação de crianças e adolescentes em uma conferência como esta?

É muito importante para que eles possam falar da realidade de cada um e também entender a importância de se fazer a diferença no espaço que se ocupa, seja na escola, na comunidade ou na família, ter a vontade de fazer história, de participar da história e não só ficar olhando as coisas acontecerem.

Qual é o seu envolvimento com as questões voltadas aos Direitos da Criança e do Adolescente?

Antes de ser parlamentar, eu era professora e, então, eu exercia esse ideal no espaço onde eu trabalhava, sempre instigando os jovens e os adolescentes a saírem da zona de conforto, o que a gente pode chamar de alienação, que é você não conhecer o mundo em que você vive e não participar dele. Isso é alienação, você não ter conhecimento. Se você não tem o conhecimento, você não pode se apropriar. Então, o mundo está aí para você. Tem que se apropriar e para isso, você precisa de conhecimento. A outra situação é que nós podemos fazer a diferença e, no caso dos jovens e dos adolescentes, que são a grande maioria, eles podem mudar a história. Nós somos uma coletividade, não vivemos sós e temos que pensar do ponto de vista coletivo.

Qual é a sua proposta para a efetiva participação desses adolescentes e jovens?

Temos um primeiro projeto já foi sancionado pelo governo do Estado, instituindo a segunda quinzena de outubro como a semana estadual da criança e do adolescente, para que abra espaço de discussão e mobilização, chamando para essa temática, que diz respeito ao protagonismo social. E para que a sociedade possa reavaliar a criança e o adolescente como prioridade absoluta, o que está na lei, mas ainda não é efetivo. E um segundo projeto é dos parlamentares mirins, que contempla toda essa questão do protagonismo social.

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