Centro de São Paulo é tomado por arte e cultura na TEIA Paulista 2013

Texto: Paolla Menchetti, Luana Viegas e Victória Satiro. Fotos: Gutierrez de Jesus

 para a Agência Jovem de Notícias na TEIA 2013

 

Entre os dias 08 de 11 de julho o Centro de São Paulo será um grande palco de manifestações culturais: é a TEIA Paulista 2013, encontro dos Pontos de Cultura do Estado de São Paulo, que trazem mostras culturais, intervenções artísticas, artesanato, teatro, dança e debates. Com o tema “Cultura sempre Viva”, a TEIA 2013 tem eventos para todas as faixas etárias e gratuitos.

A Agência Jovem de Notícias está presente na TEIA e vai contar aqui os relatos dessa cobertura. Confira o percurso que percorremos nessa sexta-feira, 09 de agosto, até o início da tarde:

“As dez da manhã acontecia a peça “Caixão não tem gaveta” do grupo, Maravilha Viver Cultura. Eles abriram a programação do palco da Sé e, de maneira descontraída, o elenco que contava com a “Morte”, abordou os diversos meios de se chegar até ela. Não cuidar da saúde, ser desatento no trânsito, foram alguns métodos abordados pela personagem que ressaltou que ninguém vive para sempre. Além de destacar a importância dos laços familiares.

O grupo circo Rosas dos Ventos, se apresentou simultaneamente na praça Patriarca contagiando todo o público ali presente com brincadeiras, malabarismos e piadas. Composto por cinco palhaços e um músico geral sonoplástico, eles ainda contaram com a participação de algumas pessoas selecionadas em meio ao público.

Em seguida o cortejo do ponto de cultura Batucaia percorreu o Boulevard São João, contando a História da cobra que apareceu na beira do rio. Onde mulheres dançavam com latas fixadas no tornozelo, que soavam sons em sintonia, com as alfaias tocadas pelos homens. O grupo contava também, com uma cobra humana feita de patchwork, a qual ganhou vida com 14 integrantes.

Por último, conferimos o Coral Vozes de Taubaté, composto por crianças, que cantou músicas educativa­­s que incentivavam o cuidado com a natureza, a preservação da cultura indígena, a valorização da criança no meio cultural, além de relembrar músicas que fizeram parte da infância de diversas gerações. Clássicos como Garota de Ipanema, também estavam no repertório do grupo.”

Veja a cobertura fotográfica na nossa pagina do Facebook

Evelyn Araripe é jornalista e educadora ambiental. Foi educomunicadora na Viração Educomunicação entre 2011 e 2014. Atualmente vive na Alemanha, onde é bolsista do programa German Chancellor Fellowship for tomorrow’s leaders e administra o blog Ela é Quente, que conta as histórias de vida de mulheres que estão ajudando a combater os efeitos das Mudanças Climáticas ao redor do mundo.

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