Ceará – Ações de mobilização do Eixo 1 são votadas

Por Deivid Rodrigues e Guilherme Viana

Hoje (11), pela manhã, teve início a votação das ações priorizadas pelas conferencias regionais durante a IX Conferência Estadual de Direitos da Criança e do Adolescente do Ceará. O eixo 1 tratou sobre a promoção dos direitos de crianças e adolescentes. Estavam presentes representantes de diversos setores, desde secretários públicos e professores, até adolescentes. A votação tem como objetivo levar os principais temas regionais para serem discutidos em Brasília, em julho, na próxima conferência nacional. As ações de mobilização social deram início às atividades.

Matheus Paiva, representante da classe estudantil do município de Salitre, ressaltou a importância da ação número 2, que trata sobre a mobilização da comunidade escolar por meio de grêmios estudantis atuantes e capacitados para garantir o protagonismo adolescente. Ele expõe a importância da mobilização adolescente na participação do que acontece em ambiente da escola e do município.

Porém, uma das principais ações destacadas foi a número 6, que sugere que haja a capacitação dos professores da rede de ensino municipal acerca dos Direitos da Criança e do Adolescente para uma posterior inserção desta temática nas disciplinas escolares. “Os professores são coniventes com as situações que as crianças e os adolescentes convivem em casa”, afirma Giliard Moura, representante do projeto Jovem Atleta Cidadão de Limoeiro do Norte, defendendo que os professores sejam atores de denúncias.

Giliard também destacou ação número 8, afirmando que as entidades responsáveis por crianças e adolescentes não se movem conjuntamente para desenvolver melhorias.

As ações 3, 8 e 9 foram as mais votadas, que pretendem o fortalecimento da parceria entre secretaria da educação, da saúde, da assistência social e cultural, além de incentivar a população a divulgar e promover os direitos da criança e do adolescente perante a sociedade.

A ação 6 foi alterada para ser votada como ação de implementação, pois foi decidido que não se tratava de uma ação de mobilização.

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