Caça ao tesouro: pela democratização da comunicação

Uma diversão, um momento lúdico, uma brincadeira, uma caça, mas caça o quê? Uma caça ao tesouro. Essa foi a forma encontrada por alguns dos oficineiros da Semana das Juventudes para tratar de uma maneira descontraída, e por que não sutil, de um assunto um tanto complexo: a democratização da comunicação.

No espaço onde está acontecendo o encontro foram espalhados pistas e folhetinhos que tratam dessa temática. Pistas que falavam sobre o direito a uma comunicação onde todas as pessoas tenham voz , o direito a informação e de possuir condições técnicas e materiais que fortaleçam sua autonomia frente os meios de comunicação.

Quando se fala em democratização da comunicação, se fala da necessidade de fazer com que os meios de comunicação saiam do atual cenário de concentração, dos pólos que os dominam e passem a garantir que as pessoas, movimentos, grupos, organizações sociais, façam parte da produção e disseminação de informação. Ou seja, que se tornem em integrantes e também construtores de sentidos que esses vários meios produzem como a televisão, o computador, as rádios comunitárias, jornaizinhos, entre outros.

É preciso garantir que a sociedade a diversidade cultural na mídia e defender o controle público da comunicação para garantir que as concessões públicas sejam usadas em nome do interesse público.

Foi nesse movimento de “brincando que as coisas vão sendo ditas” que jovens se conscientizaram de que eles podem fazer uma comunicação, porém ela precisa ser democrática e é por isso que vão lutar, para que isso se realize.

Correspondentes:  Neltinha Oliveira Santos, da Rede de Jovens Comunidores do Semiárido Mineiro e Renajoc; Silmara Aparecida dos Santos e Reynaldo de Azevedo Gosmão, do Virajovem Lavras e da Renajoc

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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