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A África Subsaariana e a agricultura sustentável (Português, Espanhol e Italiano) – Agência Jovem de Notícias

A África Subsaariana e a agricultura sustentável (Português, Espanhol e Italiano)

Paula Nishizima*, da Agência Jovem de Notícias

A microprodução na agricultura esteve ao centro do debate no primeiro dia do Fórum Global de Paisagens, realizado em Lima no dia 6 de dezembro. Participantes da Africa Climate Smart Agriculture Alliance (Aliança África pela Agricultura Inteligente ao Clima, em tradução livre) apresentaram soluções simples e baratas utilizadas em países africanos para melhorar a segurança alimentar e a capacidade de adaptação às mudanças climáticas no continente.

De acordo com a Aliança, os agricultores de pequeno porte representam cerca de 80% de toda a agricultura subsaariana e são os que mais sofrem com os efeitos das mudanças climáticas sobre as plantações. Para contornar este problema, a rede desenvolveu alguns mecanismos simples como a FMNR – Farmer Managed Natural Regeneration (Regeneração Natural Gerenciada por Fazendeiros), que consiste basicamente no replantio sistemático de mudas de árvores abatidas.

Estas mudas são integradas às plantações e ajudam a manter o solo rico em nutrientes, impedir a erosão e até mesmo restaurar lençóis freáticos. Além disso, também auxiliam na retirada de gás carbônico da atmosfera. Para o diretor de Questões Relacionadas ao Clima e Meio Ambiente da World Vision International (entidade membro da Aliança) Christopher Shore, o desenvolvimento econômico não fica tão distante da preservação ambiental nessa metodologia. “As coisas mais importantes a serem feitas na África para melhorar a capacidade de produção de alimentos e de adaptação às mudanças climáticas são exatamente as mesmas que vão frear essas mudanças”, afirma.

Christopher também acredita que técnicas como a FMNR podem beneficiar a juventude rural: “Se conseguirmos fazer da agricultura uma atividade mais produtiva e lucrativa, então os jovens vão perceber que há esperança nesse meio para eles. Muitos deixam de plantar porque não vêem um futuro ou qualidade de vida na agricultura”. A Aliança integra diferentes organizações que buscam o desenvolvimento social e econômico no continente africano e já atuou em países como Zâmbia, Níger e Etiópia.

 

*Integrante da Delegação Brasileira na COP20

 

Versión en español

Africa subsaariana y la agricultura sostenible

Paula Nishizima de la Agencia Joven de Noticias*

La microproducción en la agricultura fue la pauta durante el primer día del Foro Global sobre Paisajes (06/12) en Lima (Perú). Los participantes del Africa Climate Smart Agriculture Alliance (Alianza de África para la agricultura inteligente para el clima, en traducción libre) mostraron unas soluciones limpias y económicas utilizadas en países africanos para mejorar la seguridad alimentaria y la capacidade de adaptación al cambio climático en el continente.

De acuerdo com la alianza, los pequenos agricultores representan cerca del 80 representam cerca de 80% de toda la agricultura y son los que más sufren los efectos del cambio climático sobre los cultivos. Para enfrentar este problema, la red ha desarrollado algunos mecanismos simples como el FMNR – Farmer Managed Natural Regeneration (Regeneración Natural Manejada por Agricultores), que consiste basicamente en la replantación sistemática de plántulas de árboles que se habían talado.

Estas plântulas son integradas como cultivos que ayudan a mantener  el suelo rico em nutrientes, impedir la erosión y así mismo, mantener el agua subterránea . También ayudan a la captación del dióxido de carbono de la atmósfera. Para el Director de Asuntos del Clima y Medio Ambiente de World Vision International (entidad miembro de la  Alianza) Christopher Shore, el desarrollo económico no está alejado de la preservación ambiential en esta metodologia. “Las cosas más importantes por hacer en África para mejorar la capacidad de producción alimentaria y la adaptación al cambio climático son exactamente las mismas que detengan estos cambios”, dice.

Christopher también cree que técnicas como el FMNR pueden beneficiar a la juventud rural: “Si podemos hacer que la agricultura sea una actividad más productiva y rentable, los jóvenes se darán cuenta de que hay esperanza para ellos en este ambiente, pues muchos no logran crecer porque no ven un futuro  o calidad de vida en la agricultura “. La Alianza integra diferentes organizaciones que buscan el desarrollo social y económico en África y ha trabajado en países como Zambia, Nigeria y Etiopía.

 

* Miembro de la delegación brasileña de la COP20

 

Versione Italiano

L’Africa Sub-sahariana e l’agricoltura sostenibile

Paula Nishizima*, dell’Agenzia di Stampa Giovanile

La microproduzione in agricoltura è stata al centro del dibattito nel primo giorno del Landscapes Global Forum, avvenuto a Lima il 6 dicembre. I partecipanti dell’Africa Climate Smart Agriculture Alliance (Alleanza per l’Agricoltura Intelligente e per il Clima Africano, in traduzione libera) hanno presentato delle soluzioni semplici ed economiche utilizzate nei paesi africani per migliorare la sicurezza alimentare e la capacità di adattamento ai cambiamenti climatici nel continente.

Secondo l’Alleanza, i piccoli agricoltori rappresentano circa l’80% di tutta l’agricoltura sub-sahariana e sono quelli che soffrono di più gli effetti dei cambiamenti climatici sulle colture. Per risolvere questo problema, la rete ha sviluppato alcuni meccanismi semplici come la FMNR – Farmer Managed Natural Regeneration (Rigenerazione Naturale Gestita dagli Agricoltori), che consiste essenzialmente di un reimpianto sistematico di piantine di alberi abbattuti.

Queste piantine sono integrate nelle colture ed aiutano a mantenere il terreno ricco di sostanze nutritive, a prevenire l’erosione ed anche a ripristinare le acque sotterranee. Inoltre aiutano anche nella rimozione del biossido di carbonio dall’atmosfera. Per Christopher Shore , direttore degli Affari Climatici ed Ambientali della World Vision International (organizzazione membro dell’Alleanza), con questa metodologia, lo sviluppo economico non è così lontano dalla conservazione ambientale. “Le cose più importanti da fare in Africa per migliorare la capacità di produzione alimentare e l’adattamento ai cambiamenti climatici sono esattamente le stesse che li fermeranno”, dichiara.

Shore ritiene inoltre che la gioventù rurale possa beneficiare di tecniche come la FMNR: “Se siamo in grado di rendere l’agricoltura un’attività più produttiva e redditizia, i giovani si renderanno conto che c’è speranza per loro in questo ambiente. Molti smettono di piantare perché non vedono futuro o qualità di vita nell’agricoltura”. L’Alleanza integra diverse organizzazioni in cerca di sviluppo sociale ed economico in Africa e ha lavorato in paesi come lo Zambia, il Niger e l’Etiopia.

* Membro della delegazione brasiliana a COP20

 

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