A década verde.

 Campanha de conscientização da world wide found for nature, WWF

Muitas campanhas socio-ambientais enchem nossos olhos desde o inicio deste século, moldando nossa opinião sobre como devemos agir para assegurar um futuro ao planeta. É inegável a necessidade de preocupação com o tema, pois, envolve todas as classes sociais e muito além delas. Mas quando saber se propagandas e videos comerciais transmitem uma verdade, seja ela um protesto ou a nova mensagem da Coca – Cola? Pelo mundo existem diversas ONGs que trabalham a favor de compartilhar a realidade, ou pelo menos tentar, por meio de pesquisas e ações divulgadas ano após ano. O outro lado da moeda são as corporações e empresas que exploram nossos recursos naturais. Antes da década verde, crescia a ideia de que a política capitalista é o caminho do desenvolvimento.

Assim temos duas escolhas a tomar, garantir a proteção da natureza e/ou trabalharmos pelo lucro. Ambos objetivam a sobrevivência do ser humano. Sem o ar das árvores não se respira, mas sem cortar as árvores perde-se a maioria do conforto e facilidade do cotidiano, agora nos fazemos a pergunta mais importante, é possível conciliar as duas escolhas?Construir o caminho do desenvolvimento sustentável?

Mais uma palavra que marcou os últimos 10 anos, sustentabilidade.  A maneira de construir, de consumir, de existir sem intervir exageradamente na fauna e flora, de onde sai o pão de cada dia. A meta é o equilíbrio, utilizar energia sem afetar sua fonte. Se isso não ocorre, a mídia gosta de denominar como catástrofes, tragédias, o fim do mundo. Ainda não é possível dizer se elas são passageiras, são consequências de muito tempo, se achamos  que estamos enfrentando enormes problemas, nossos filhos e netos estarão em situação pior.

“O aquecimento global não existe”, apesar de parecer ridícula tal afirmação, talvez, uma desculpa para se queimar mais milhares de barris de petróleo, porém baseada em estudos e sai da boca de quem representa nações inteiras. Em reuniões mundias sobre o clima, nossos governantes levam opiniões indefinidas e dificilmente saem ações concretas desses eventos. Há quem ganhe muito dinheiro com fracassos políticos, aqueles vilões que parecem existir somente em desenhos animados, são reais, agora mesmo eles se disfarçam de verde para defender seus cofres, mas eles podem cair se quisermos, temos o poder de impedir o consumo desenfreado.

Parece que fazem sentido as placas no centro da cidade dizendo que o mundo vai acabar, na real a coisa tá diferente, existem pessoas com eu e você por aí, que pensam alto, em formas de um país crescer de maneira sustentável, essas pessoas apresentam ao mundo as energias eólica, solar, biotérmica, biodiesel, e não dá pra lista com detalhes as mais inúmeras. Custam caro, com os resultados sendo os mais benéficos. Não são somente os cientistas que devem trabalhar nesse objetivo, todos podem dar um passo a frente, nós também temos nossas metas. Andar de bike ou skate faz parte da vida de muito jovem, criança e curiosamente de idosos, substituir o carro é o numero 1, o numero 2 é a regra dos 3 Rs, reduzir,reciclar, reutilizar. Já viu aqueles lixos coloridos? Não, não é o Restart. É a coleta seletiva, o lixo separado ajuda na triagem lá na cooperativa pra onde vai, o que acelera bastante a fase de reciclagem. O passo n° 3 é passar essa ideia adiante, compartilhar com  família, com amigos, na escola, no trabalho. Ninguém vai mudar o mundo sozinho, mas sua colaboração já faz ele continuar girando.

 

Donizeti Gomes

Ver +

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *