2 Comments

  1. Francinaldo Alves da Costa
    18 de janeiro de 2017 @ 12:00

    Bom dia…
    O artigo que acabo de ler foi postado a dois anos atrás, portanto, considerando a velocidade com que as coisas se desenvolvem atualmente penso que muitas mudanças aconteceram. Porém tenho uma questão que acredito, é muito atual. A ideia de um banco comunitário e o desenvolvimento da economia solidária local é fundamental para a superação de problemas sociais graves que afetam principalmente as pessoas e comunidades mais pobres. Porém esse tema é completamente contrário ao interesse das elites dominantes que têm poder e são capazes de qualquer coisa para impedir que projetos de economia solidária local se desenvolvam. Minha questão: como foi, ou como está sendo o enfrentamento com tais elites? Quando digo “elites” não incluo aí a classe média que tem bons carros, moram em apartamentos de três quartos e frequentam shoppings, e também não incluo pseudo ricos que podem tirar férias vez ou outra no exterior. Estou falando de uma minoria, umas poucas corporações controladas por algumas famílias que controlam e dominam o planeta através do controle das indústrias de alimentação, energia, medicamentos (drogas lícitas), drogas ilícitas e a mais poderosa de todas, a indústria do entretenimento (mídias), responsável pela ideologia do consumo sem limites e pela perpetuação da miséria.

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    • Agência Jovem de Notícias
      20 de abril de 2017 @ 14:46

      Realmente, Francinaldo. Essa é uma reflexão, mas para enfrentar esses monopólios precisamos valorizar as pequenas iniciativas, como é o caso da economia solidária. Saca só esse outro texto que nossos correspondentes fizeram sobre isso, mas com uma perspectiva de embate ambiental (https://goo.gl/YoQ4Xa)! Se curtir, da um like ou um share nas redes sociais para aumentarmos a valorização dessa atividade.

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